Ajudando as mães de Brasília a fazerem coisas novas com seus bebês

Gentemmmmm, esse post é mesmo para ajudar na divulgação de um evento super bacana, que pode tirar as mães de bebês do enfurnamento materno a que todas estamos expostas quando nascem nossos rebentos. Ainda que hoje existam mães que levam seus pequenos de um ou dois meses ao shop centis (não recomendado por médico algum neste mundo!), muitas cumprem direitinho a recomendação de ficar quietinhas com seus pimpolhos até que as vacinas, a imunidade e a couraça que os proteje esteja em modus liberadus

E chega de conversa mole e vamos ao evento:

Dicas de exercícios para as grávidas fazerem em casa neste inverno

Recebi uma sugestão de pauta muito bacana que compartilho com vocês. Essa é ótima para as “mommies-to-be”, as gestantes lindas que povoam esse Brasil. Ai, quando penso nisso, confesso que morro de saudade da minha barriga… #prontofalei =D

Muitas gestantes não tem tempo ou condições financeiras para irem às academias especializadas. Uma professora chamada Gizele Monteiro, idealizou o programa de exercícios Mais Vida Gestantes e preparou uma série de atividades para auxiliar a futura mamãe em casa, usando acessórios simples e preços acessíveis como: Aquatubo, banda elástica, bola suíça, colchonete, halter de baixo peso e fisio ball.

“Principalmente neste inverno, os cuidados devem ser redobrados para ajudar na saúde da gestante, fazendo o controle do ganho de peso durante os meses. O frio traz aquela preguicinha, além dos meses que antecedem o parto, as deixam cada vez mais ansiosas. É neste momento que precisam estar mais tranqüila e relaxada para a chegada do bebê”, explica Gizele.

Exercícios que podem ser realizados em casa para amenizar ou prevenir dores nas costas usando a bola suíça (ou se não tiver pode ser realizado numa cadeira), banda elástica ou elástico. Vamos lá? Sem desculpas para não se mexer, hein!

1-  Alongamento dos músculos posteriores da perna. Sentada na bola ou cadeira, passar a banda elástica por baixo de um dos pés e o outro pé posicionado ao solo. Tracionar e inclinar o tronco até o ponto de leve desconforto. Segurar por 10 segundos e retornar lentamente.

2. Alongamento dos músculos do tronco (peitoral e braços). Sentado sobre a bola ou cadeira, pés bem apoiados ao solo. Segurando a banda pelas mãos, realizar a tração. Manter por 10 segundos.

3. Alongamento dos músculos do quadril e interno de coxa. Sentada num colchonete com um afastamento confortável das pernas, inclinar o tronco à frente mantendo a coluna ereta. Uma mãe toca a bola para apoio e a outra toca na coxa. Manter por 10 segundos.

4. Fortalecimento dos músculos das costas. Esse exercício auxilia na manutenção da postura e também do seu retorno no pós-parto. Segurar a banda com as duas mãos num ponto onde ao puxá-la a tensão fique de leve a moderada. Realizar de 5 a 10 repetições puxando a banda e soltando-a sem deixá-la frouxa. Não realizar tranco nos movimentos, ele deve ser contínuo e fluente.

5. Fortalecimento dos músculos das costas. Esse exercício auxilia na manutenção da postura e também do seu retorno no pós-parto. Sentar confortavelmente sobre a bola ou cadeira, prender a banda pelos pés. Realizar a tração da banda para trás e com os braços estendidos. Esse exercício fortalecerá os músculos dos braços e também das costas. Realizar de 5 a 10 repetições puxando a banda e soltando-a sem deixá-la frouxa. Não realizar tranco nos movimentos, ele deve ser contínuo e fluente.

“O simples fato de parar, sentar confortavelmente e espreguiçar direcionando movimentos da coluna para várias direções já produz uma sensação de relaxamento. Movimentações suaves conduzindo o ombro em círculos para trás também reorganizam a postura dando sensação de alívio de alinhamento”, diz Gizele.

Serviço:

Gizele Monteiro: Diretora e idealizadora do Mais Vida Gestantes – programa de exercícios para gravidez e pós-parto. Realizou mestrado na Unifesp com tema de estudo: Exercícios na gravidez. Autora do livro: Guia prático de exercícios para gestantes – Ed. Phorte.
Onde encontrar: Método Mais Vida Gestantes – www.metodomaisvida.com.br/gestantes
(Serviços são oferecidos em São Paulo e cidades como Bauru, Campinas, Sorocaba, Santos e outras capitais como Brasília, Recife e Rio de Janeiro e em Portugal.)

Meu Dia das Mães

Esse foi meu terceiro dia das mães. Digo terceiro porque no primeiro, embora ainda não o tivesse em meus braços, carregava aquele menininho dentro de mim, dentro do meu ventre e na minha imaginação ele já era um menino, grande, forte, iluminado e muito, muito feliz. Para o ser que me habitava eu sempre desejei amor, amor e mais amor para sobreviver nesse mundo maluco, para viver sonhos e doces momentos, para não se deixar contaminar pela doença dos homens maus e só pisar no mundo dos homens bons. Continuo desejando tudo isso e, em especial, que ele nunca conheça o mundo feio, o lado feio do bicho homem, o lado fera do homem louco. Que você, meu filho, seja sempre feliz como uma criança e quando crescer, seja um homem doce e forte e cuide sempre daqueles que são menores, mais fracos e desprotegidos.

Que meu dia das mães seja sempre comemorado do modo mais feliz até o dia em que eu me for de sua vida e essa comemoração seja feita lá de onde eu estiver, sempre olhando para você e torcendo pela sua felicidade.

Porque mãe é isso! Desejo de bondade e vontade de que os filhos sejam sempre felizes.

Para a minha mãe, que me ensinou a ser boa e ter paciência e ao meu filho, que me obriga a ser forte e ter paciência…

FELIZ DIA DAS MÃES!

Filhos, força e retomada

Queridos,

Como podem ver, fiquei bastante tempo sem acessar meu querido blog. Até pensei em desativá-lo. O ritmo da vida está muito corrido e não dá tempo para muita coisa. Mas depois de um quase surto na saúde, resolvi me dedicar novamente a este, que é uma espécie de terapia materna. Filhos demandam muito, o trabalho demanda em demasia, a vida demanda demais a nós, mulheres modernas que somos mãe-mulher-profissional-esposa-filha e todos os papéis que assumimos nessa vida.

Então, eu me dou as boas-vindas de volta e agradeço à audiência dos meus leitores. Inclusive, vocês foram um motivador para que eu voltasse à ativa. Passeando pelas estatísticas do blog, descobri que tenho mais leitores do que imaginava. Obrigada, meninas e meninos!

E vamos começar esse novo momento de nossas vidas com um texto que não é meu, mas que me emocionou até o dedão do pé e quero compartilhar com vocês. Fala da relação dos pais com os filhos, filhos esses que adoraríamos manter sob nossas asas a vida toda, mas que não é possível. Filhos que nos fazem compreender o significado do que é “criar filhos para o mundo”. Eu não sei de quem é a autoria, se alguém souber, por favor, avise que corrijo na mesma hora. Mas é lindo! Deleitem-se e preparem o lenço para enxugar as lágrimas, especialmente se você é mãe… =D

A FORÇA DOS NOSSOS PÉS


Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão, dentro de mim, que poderia caminhar por ti.
Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranqüilos e seguros.
Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais se cansaria da caminhada, nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar.
Isso seria eternamente minha responsabilidade.
…e foi assim durante um bom tempo, caminhei por ti, para ti.

De repente, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias. Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus, daí quando eu menos esperava eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje sou obrigada a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só raríssimas vezes consigo.
Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e em certos momentos teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.

Atualmente, assisto aos teus tropeços sempre pronta para  levantar-te das tuas quedas.
Por vezes, tu me estendes as tuas mãos em busca de socorro, outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantar-te sozinho por puro orgulho ou para me provar que já és capaz de erguer-te após teus tombos e curar-te de tuas próprias feridas.
Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para conduzi-la, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés, do que sobre meu coração.

No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisaste mesmo desbravar teus caminhos independente de mim…
…como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.

Não, claro que não é uma tarefa fácil, mas se eu consegui, tu também conseguirás porque plantei em teu coração o melhor
e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso, o amor!

Autor desconhecido

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 7.200 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 6 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Produzir fotos com sensibilidade…

Gente, falei há alguns posts atrás sobre as ma-ra-vi-lho-sas fotos tiradas do meu Pequeno Léo pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti, da Produzir Foto. Confesso que fiquei mega ansiosa pelas fotos, para ver como estava meu filhote e, claro, a família! Afinal, um ensaio fotográfico a gente não faz todos os dias.

Demorou um pouquinho por problemas pessoais meus e da doce mamãe Vivi, mas finalmente peguei as esperadas fotos! E qual não foi a minha surpresa… as fotos mais sensíveis que já pude ver de minha família! O casal Vivi e Luiz tem uma sintonia incrível e em instantes se integraram a nós três sem serem notados. E esse é o bom fotógrafo! Fotos onde estamos fazendo as coisas e eles vão colocando seus dedinhos naquelas clicadas que a gente nem está dando atenção.

O site deles é uma lindeza e a sensibilidade já é notada na descrição pessoal que um faz de outro. Vale a pena ler e se emocionar! Os preços são justos por um serviço de muita qualidade.

Pequeno Léo, assanhado como é, olhou a câmera e já foi logo sorrindo para as lentes dos dois. O garoto ficou super à vontade e mostrou todos os sorrisos que ele tinha até então (porque agora já se acrescentaram mais uns vários para a coleção :) Realmente, só tenho a agradecer o belíssimo trabalho que tiveram Vivi e Luiz e dizer que quando precisar novamente, serão vocês que eu vou procurar.

Eles são pais de três crianças e, talvez por isso, tenham essa sensibilidade mais aflorada mesmo. As fotos são lindas e não tenho mais o que dizer! Toda a família, de longe e de perto, já se derreteu vendo a carinha do Pequeno Léo de variadas formas e com muitos sorrisos.

Vivi e Luiz, meu muito obrigada! Todo o sucesso do mundo para vocês dois!

Compartilho abaixo um pouco desse olhar.

Fotos: Vivi e Luiz

Couro de Boi

Para quem acha que não vai ficar velho…
Para filhos que ainda serão pais, para pais que ainda tem pais e para netos que ainda tem avós. Emocionante!

 

A criança de 1 ano e 1 mês

Mãezinhas, recebi um texto show de bola sobre os nossos filhotes com 1 ano e 1 mês que resolvi compartilhar com vocês. Fiquei lendo e reconheci o Pequeno Léo em muitas dessas atividades. Para quem tem filhos nessa fase, vale a pena ler!

Pequeno Léo de pajem de casamento

Primeiro eu!
Parece que o mundo todo gira em torno do seu filho? Pois é, é exatamente isso que ele acha. Durante vários meses daqui para a frente, a criança vai pensar quase só em si mesma. É por isso que emprestar o brinquedo ou dividir a bolacha é tão difícil. Ela ainda vai ser egocêntrica assim por algum tempo.

Basta você observar seu filho brincando junto com algum amiguinho. Dificilmente ele parecerá interessado em realmente interagir com a outra criança.

Você, por outro lado, continua sendo a pessoa mais importante da vida do seu filho. Ele vai continuar exigindo bastante a sua presença — principalmente agora que está começando a andar e a fazer com que você corra literalmente atrás dele o tempo todo.

Por outro lado, ele já começa a passar alguns minutinhos sozinho, desde que consiga ver você.

Brincadeiras e medos
Brincar com seu filho o ajuda a desenvolver a capacidade de interagir com outras pessoas. Capriche em uma sessão de pega-pega, por exemplo. Outra boa brincadeira é pedir que ele aponte partes do corpo: “Cadê o umbigo?”. Especialistas acreditam que esse tipo de jogo ajude a reforçar para a criança que ela é uma pessoa independente dos pais.

Nessa fase, a criança pode demonstrar certa timidez ou até medo de estranhos. Esse tipo de nervosismo é bem normal, principalmente com pessoas que ele não conhece bem. Pense que ele está apenas mostrando que sabe a diferença entre quem conhece e quem não conhece, e que isso faz parte do desenvolvimento.

Além de pessoas estranhas, seu filho pode começar a demonstrar medo de barulhos altos (do liquidificador ou do aspirador de pó, por exemplo), de água (da banheira, da piscina ou até da descarga do vaso sanitário) e de animais. Caso isso aconteça, respeite o medo dele, mesmo que isso signifique uns dias de “banho de gato”, e aos poucos vá promovendo maior convivência com o motivo do medo.

Vale transformar a coisa em brincadeira: se o medo é de cachorro, bata um papo com um cãozinho de pelúcia. Se é de liquidificador, deixe-o apertar o botão sob sua supervisão, para que ele se sinta importante.

Comportamentos imprevisíveis
Do nada seu filho, tão bonzinho, resolveu começar a gritar como um maluco? Ele está explorando o mundo, seus próprios órgãos e o poder que exerce sobre você. É assim que ele vai descobrir quais comportamentos são aceitáveis e quais não são.

Você pode dar a ele uma chance de extravasar toda essa energia, como numa boa guerra de almofadas (leves, e num lugar onde não haja nada frágil). Massinha de modelar, de preferência antialérgica, é outro veículo possível para as explorações dele. De vez em quando, deixe-o brincar livremente na água: uma bacia no quintal ou até dentro do box vale, sempre debaixo dos seus olhos atentos.

Talvez a disposição para comer também seja afetada. Se ele comia bem as sopinhas e papinhas, agora pode começar a recusar a “comida de gente grande”. Fique calma, porque o apetite diminui mesmo um pouco nesta fase, muito porque seu filho está tão interessado em explorar o mundo que mal sobra tempo para pensar em se alimentar. E ele quer ter o poder de escolher o que vai comer.

Recusando colo?
Como assim? Tudo culpa do gostinho de liberdade! Agora ele já pode se locomover sozinho, seja engatinhando, seja andando, e não vai querer abrir mão desse direito. Mantê-lo no carrinho ou de mãos dadas num lugar cheio de gente pode ser especialmente difícil.

As quedas serão inevitáveis, mas procure não se desesperar. Não dá para evitá-las totalmente, e andar em superfícies irregulares, como degraus (só um ou dois), areia ou tapetes, pode parecer perigoso, mas é um ótimo treino para os pés do seu filho.

Uma boa idéia é fazer a seguinte brincadeira: você caminha na frente da criança e de repente finge ter tropeçado e cai no chão. Ela vai se divertir à beça com a comédia e perceberá que adultos também estão sujeitos aos tombos da vida.

Sapatos ainda não são essenciais, exceto em superfícies em que a criança possa se machucar. Não compre sapatos grandes demais — o ideal é deixar um espaço de cerca de um dedo entre o dedão e a ponta do sapato. Se você não consegue sentir o dedão, é porque o sapato é duro demais para uma criança desta idade.

E, já que o negócio do seu filho é chão, incentive-o a treinar novos movimentos, caso ele esteja andando firme. Mostre como se abaixar e levantar para pegar coisas interessantes do chão, agachando e ficando de pé sem precisar segurar em nada. Se seu filho ainda não anda, calma. Resista à tentação de colocá-lo num andador, pois esses equipamentos não são recomendados por especialistas.

Comunicação cada vez melhor
Com 1 ano e 1 mês, as crianças costumam ter um vocabulário de três ou quatro palavras (“mamá” e “papá” são bons candidatos), mas não se preocupe se seu filho ainda não disser nada. A aquisição da linguagem nessa fase é passiva: elas ouvem tudo e vão arquivando, para usar mais tarde.

Mesmo que ainda não fale, seu filho vai mostrar o que quer — apontando, virando a cabeça, ficando mole como minhoca para ir para o chão.

Converse com a criança o tempo todo, numa voz “adulta”, contando o que está fazendo. Músicas acompanhadas de gestos fazem sucesso com os pequenos (como “Fui morar numa casinha, nha, nha / infestada, da, da / de cupim, pim, pim…”).

Ela começa a perceber as diferenças na entonação, e “conversa” com você, mesmo sem dizer nenhuma palavra inteligível.

Teste e aviso
Para ver se seu filho já compreende o conceito de que os objetos continuam existindo mesmo que não estejam à vista, coloque um brinquedo embaixo do sofá, da cama ou de um pano, na frente dele, e veja se ele vai procurá-lo no lugar certo. É com esta idade que as crianças começam a perceber que a coisa não sumiu só porque deixou de ser visível.

E cuidado: ele está louco para encaixar uma coisa dentro da outra e apertar qualquer tipo de botão, para ver o que acontece. Atenção às tomadas, aos aparelhos eletrônicos e na cozinha, para evitar acidentes.

Fonte: Escrito para o BabyCenter Brasil

Sabedoria materna


Todos temos mãe. Presente, ausente, bonita ou nem tanto, culta ou analfabeta sempre existe mãe, na vida de cada pessoa.
É com essa criatura especial que aprendemos lições que nos acompanham vida afora.
Quando crianças, de um modo geral, consideramos que mãe é aquela pessoa que sabe ser estraga-prazeres muito além da medida.
É aquela que nos chama para fazer o dever de casa justo na hora em que a brincadeira estava no auge. Ou quando estávamos prestes a passar para o próximo nível, no game.
É aquela que só sabe nos falar de obrigações: ir à escola, estudar para a prova, recolher a roupa espalhada pelo quarto, limpar a cozinha, varrer a calçada.
Parece que ela tem um computador que somente fica elaborando tarefas e mais tarefas.
Na adolescência, é a constante vigia das nossas saídas, dos telefonemas, do uso da Internet.
E sonhamos com o dia em que possamos nos liberar de tudo isso.
Nem nos apercebemos que para ela corremos, ao menor problema.
Quando pequenos, qualquer machucado nos faz gritar: Mãe!
Quando uma criança maior nos ameaça bater, corremos na busca de refúgio entre seus braços.
E quando as primeiras desilusões amorosas nos fazem acreditar que nunca seremos felizes é no regaço dela que encontramos um coração amoroso a nos dizer: Espera, amanhã é novo dia. Espera: o amor chegará e te fará feliz.
Quando chegamos à idade adulta, nos damos conta do extraordinário ser que é a mãe.
E, quando temos nossos próprios filhos, repetimos muitas das lições recebidas dela.
Finalmente, quando a maturidade vai salpicando de prata e neve os nossos cabelos, a memória nos recorda como era sábia nossa mãe.
O compositor brasileiro Tom Jobim, recordando sua mãe, dizia que ela era uma pessoa sempre de bem com a vida e, por vezes, engraçada.
Contava que, certa vez, transitava de bonde pelo Rio de Janeiro, com sua mãe. Sentado, começou a mexer com os pés até que, de repente um dos sapatos soltou-se e caiu.
Ele se levantou e ficou olhando o calçado parado, no meio da rua, enquanto o bonde continuava a se distanciar sempre mais.
Vendo seu desassossego, a mãe lhe perguntou: O que aconteceu?
Quando informou o que ocorrera, ela se abaixou, tirou o sapato que ainda estava no pé do filho e o lançou para fora.
Mãe, por que fez isso?
Ora, meu filho, quem encontrar um, encontrará o outro e poderá usar.
* * *
Sabedoria das mães. Que nós, filhos, a saibamos aproveitar.
Aprender com elas a amar, disciplinar e, em verdadeiro holocausto, renunciar aos filhos para os doar ao mundo.
Que as saibamos honrar com nossa presença e nossa gratidão, enquanto conosco.
E que não as esqueçamos, nos dias da saudade que virão, após sua partida. Que haja preces subindo aos céus pela joia preciosa que nos deu a vida física, nos amou, educou, ensinando-nos a andar com os próprios pés e desejar alcançar as estrelas.

Fonte: Redação do Momento Espírita.

Imagem tirada daqui.

Mãe

Ele ainda não fala assim, mas imagine quando começar...

Mãe não entende se você não come tudo que está no prato.
Mãe não aceita desculpas do tipo ‘Se os outros podem, por que eu não posso?’.

Mãe responde: ‘Os outros não são meus filhos’.

*****
Mãe adora ouvir o barulho da fechadura quando o filho chega.
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, tem cheiro de casa limpa. Clique aqui e leia mais…

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