Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 7.200 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 6 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Produzir fotos com sensibilidade…

Gente, falei há alguns posts atrás sobre as ma-ra-vi-lho-sas fotos tiradas do meu Pequeno Léo pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti, da Produzir Foto. Confesso que fiquei mega ansiosa pelas fotos, para ver como estava meu filhote e, claro, a família! Afinal, um ensaio fotográfico a gente não faz todos os dias.

Demorou um pouquinho por problemas pessoais meus e da doce mamãe Vivi, mas finalmente peguei as esperadas fotos! E qual não foi a minha surpresa… as fotos mais sensíveis que já pude ver de minha família! O casal Vivi e Luiz tem uma sintonia incrível e em instantes se integraram a nós três sem serem notados. E esse é o bom fotógrafo! Fotos onde estamos fazendo as coisas e eles vão colocando seus dedinhos naquelas clicadas que a gente nem está dando atenção.

O site deles é uma lindeza e a sensibilidade já é notada na descrição pessoal que um faz de outro. Vale a pena ler e se emocionar! Os preços são justos por um serviço de muita qualidade.

Pequeno Léo, assanhado como é, olhou a câmera e já foi logo sorrindo para as lentes dos dois. O garoto ficou super à vontade e mostrou todos os sorrisos que ele tinha até então (porque agora já se acrescentaram mais uns vários para a coleção :) Realmente, só tenho a agradecer o belíssimo trabalho que tiveram Vivi e Luiz e dizer que quando precisar novamente, serão vocês que eu vou procurar.

Eles são pais de três crianças e, talvez por isso, tenham essa sensibilidade mais aflorada mesmo. As fotos são lindas e não tenho mais o que dizer! Toda a família, de longe e de perto, já se derreteu vendo a carinha do Pequeno Léo de variadas formas e com muitos sorrisos.

Vivi e Luiz, meu muito obrigada! Todo o sucesso do mundo para vocês dois!

Compartilho abaixo um pouco desse olhar.

Fotos: Vivi e Luiz

Couro de Boi

Para quem acha que não vai ficar velho…
Para filhos que ainda serão pais, para pais que ainda tem pais e para netos que ainda tem avós. Emocionante!

 

A criança de 1 ano e 1 mês

Mãezinhas, recebi um texto show de bola sobre os nossos filhotes com 1 ano e 1 mês que resolvi compartilhar com vocês. Fiquei lendo e reconheci o Pequeno Léo em muitas dessas atividades. Para quem tem filhos nessa fase, vale a pena ler!

Pequeno Léo de pajem de casamento

Primeiro eu!
Parece que o mundo todo gira em torno do seu filho? Pois é, é exatamente isso que ele acha. Durante vários meses daqui para a frente, a criança vai pensar quase só em si mesma. É por isso que emprestar o brinquedo ou dividir a bolacha é tão difícil. Ela ainda vai ser egocêntrica assim por algum tempo.

Basta você observar seu filho brincando junto com algum amiguinho. Dificilmente ele parecerá interessado em realmente interagir com a outra criança.

Você, por outro lado, continua sendo a pessoa mais importante da vida do seu filho. Ele vai continuar exigindo bastante a sua presença — principalmente agora que está começando a andar e a fazer com que você corra literalmente atrás dele o tempo todo.

Por outro lado, ele já começa a passar alguns minutinhos sozinho, desde que consiga ver você.

Brincadeiras e medos
Brincar com seu filho o ajuda a desenvolver a capacidade de interagir com outras pessoas. Capriche em uma sessão de pega-pega, por exemplo. Outra boa brincadeira é pedir que ele aponte partes do corpo: “Cadê o umbigo?”. Especialistas acreditam que esse tipo de jogo ajude a reforçar para a criança que ela é uma pessoa independente dos pais.

Nessa fase, a criança pode demonstrar certa timidez ou até medo de estranhos. Esse tipo de nervosismo é bem normal, principalmente com pessoas que ele não conhece bem. Pense que ele está apenas mostrando que sabe a diferença entre quem conhece e quem não conhece, e que isso faz parte do desenvolvimento.

Além de pessoas estranhas, seu filho pode começar a demonstrar medo de barulhos altos (do liquidificador ou do aspirador de pó, por exemplo), de água (da banheira, da piscina ou até da descarga do vaso sanitário) e de animais. Caso isso aconteça, respeite o medo dele, mesmo que isso signifique uns dias de “banho de gato”, e aos poucos vá promovendo maior convivência com o motivo do medo.

Vale transformar a coisa em brincadeira: se o medo é de cachorro, bata um papo com um cãozinho de pelúcia. Se é de liquidificador, deixe-o apertar o botão sob sua supervisão, para que ele se sinta importante.

Comportamentos imprevisíveis
Do nada seu filho, tão bonzinho, resolveu começar a gritar como um maluco? Ele está explorando o mundo, seus próprios órgãos e o poder que exerce sobre você. É assim que ele vai descobrir quais comportamentos são aceitáveis e quais não são.

Você pode dar a ele uma chance de extravasar toda essa energia, como numa boa guerra de almofadas (leves, e num lugar onde não haja nada frágil). Massinha de modelar, de preferência antialérgica, é outro veículo possível para as explorações dele. De vez em quando, deixe-o brincar livremente na água: uma bacia no quintal ou até dentro do box vale, sempre debaixo dos seus olhos atentos.

Talvez a disposição para comer também seja afetada. Se ele comia bem as sopinhas e papinhas, agora pode começar a recusar a “comida de gente grande”. Fique calma, porque o apetite diminui mesmo um pouco nesta fase, muito porque seu filho está tão interessado em explorar o mundo que mal sobra tempo para pensar em se alimentar. E ele quer ter o poder de escolher o que vai comer.

Recusando colo?
Como assim? Tudo culpa do gostinho de liberdade! Agora ele já pode se locomover sozinho, seja engatinhando, seja andando, e não vai querer abrir mão desse direito. Mantê-lo no carrinho ou de mãos dadas num lugar cheio de gente pode ser especialmente difícil.

As quedas serão inevitáveis, mas procure não se desesperar. Não dá para evitá-las totalmente, e andar em superfícies irregulares, como degraus (só um ou dois), areia ou tapetes, pode parecer perigoso, mas é um ótimo treino para os pés do seu filho.

Uma boa idéia é fazer a seguinte brincadeira: você caminha na frente da criança e de repente finge ter tropeçado e cai no chão. Ela vai se divertir à beça com a comédia e perceberá que adultos também estão sujeitos aos tombos da vida.

Sapatos ainda não são essenciais, exceto em superfícies em que a criança possa se machucar. Não compre sapatos grandes demais — o ideal é deixar um espaço de cerca de um dedo entre o dedão e a ponta do sapato. Se você não consegue sentir o dedão, é porque o sapato é duro demais para uma criança desta idade.

E, já que o negócio do seu filho é chão, incentive-o a treinar novos movimentos, caso ele esteja andando firme. Mostre como se abaixar e levantar para pegar coisas interessantes do chão, agachando e ficando de pé sem precisar segurar em nada. Se seu filho ainda não anda, calma. Resista à tentação de colocá-lo num andador, pois esses equipamentos não são recomendados por especialistas.

Comunicação cada vez melhor
Com 1 ano e 1 mês, as crianças costumam ter um vocabulário de três ou quatro palavras (“mamá” e “papá” são bons candidatos), mas não se preocupe se seu filho ainda não disser nada. A aquisição da linguagem nessa fase é passiva: elas ouvem tudo e vão arquivando, para usar mais tarde.

Mesmo que ainda não fale, seu filho vai mostrar o que quer — apontando, virando a cabeça, ficando mole como minhoca para ir para o chão.

Converse com a criança o tempo todo, numa voz “adulta”, contando o que está fazendo. Músicas acompanhadas de gestos fazem sucesso com os pequenos (como “Fui morar numa casinha, nha, nha / infestada, da, da / de cupim, pim, pim…”).

Ela começa a perceber as diferenças na entonação, e “conversa” com você, mesmo sem dizer nenhuma palavra inteligível.

Teste e aviso
Para ver se seu filho já compreende o conceito de que os objetos continuam existindo mesmo que não estejam à vista, coloque um brinquedo embaixo do sofá, da cama ou de um pano, na frente dele, e veja se ele vai procurá-lo no lugar certo. É com esta idade que as crianças começam a perceber que a coisa não sumiu só porque deixou de ser visível.

E cuidado: ele está louco para encaixar uma coisa dentro da outra e apertar qualquer tipo de botão, para ver o que acontece. Atenção às tomadas, aos aparelhos eletrônicos e na cozinha, para evitar acidentes.

Fonte: Escrito para o BabyCenter Brasil

Sabedoria materna


Todos temos mãe. Presente, ausente, bonita ou nem tanto, culta ou analfabeta sempre existe mãe, na vida de cada pessoa.
É com essa criatura especial que aprendemos lições que nos acompanham vida afora.
Quando crianças, de um modo geral, consideramos que mãe é aquela pessoa que sabe ser estraga-prazeres muito além da medida.
É aquela que nos chama para fazer o dever de casa justo na hora em que a brincadeira estava no auge. Ou quando estávamos prestes a passar para o próximo nível, no game.
É aquela que só sabe nos falar de obrigações: ir à escola, estudar para a prova, recolher a roupa espalhada pelo quarto, limpar a cozinha, varrer a calçada.
Parece que ela tem um computador que somente fica elaborando tarefas e mais tarefas.
Na adolescência, é a constante vigia das nossas saídas, dos telefonemas, do uso da Internet.
E sonhamos com o dia em que possamos nos liberar de tudo isso.
Nem nos apercebemos que para ela corremos, ao menor problema.
Quando pequenos, qualquer machucado nos faz gritar: Mãe!
Quando uma criança maior nos ameaça bater, corremos na busca de refúgio entre seus braços.
E quando as primeiras desilusões amorosas nos fazem acreditar que nunca seremos felizes é no regaço dela que encontramos um coração amoroso a nos dizer: Espera, amanhã é novo dia. Espera: o amor chegará e te fará feliz.
Quando chegamos à idade adulta, nos damos conta do extraordinário ser que é a mãe.
E, quando temos nossos próprios filhos, repetimos muitas das lições recebidas dela.
Finalmente, quando a maturidade vai salpicando de prata e neve os nossos cabelos, a memória nos recorda como era sábia nossa mãe.
O compositor brasileiro Tom Jobim, recordando sua mãe, dizia que ela era uma pessoa sempre de bem com a vida e, por vezes, engraçada.
Contava que, certa vez, transitava de bonde pelo Rio de Janeiro, com sua mãe. Sentado, começou a mexer com os pés até que, de repente um dos sapatos soltou-se e caiu.
Ele se levantou e ficou olhando o calçado parado, no meio da rua, enquanto o bonde continuava a se distanciar sempre mais.
Vendo seu desassossego, a mãe lhe perguntou: O que aconteceu?
Quando informou o que ocorrera, ela se abaixou, tirou o sapato que ainda estava no pé do filho e o lançou para fora.
Mãe, por que fez isso?
Ora, meu filho, quem encontrar um, encontrará o outro e poderá usar.
* * *
Sabedoria das mães. Que nós, filhos, a saibamos aproveitar.
Aprender com elas a amar, disciplinar e, em verdadeiro holocausto, renunciar aos filhos para os doar ao mundo.
Que as saibamos honrar com nossa presença e nossa gratidão, enquanto conosco.
E que não as esqueçamos, nos dias da saudade que virão, após sua partida. Que haja preces subindo aos céus pela joia preciosa que nos deu a vida física, nos amou, educou, ensinando-nos a andar com os próprios pés e desejar alcançar as estrelas.

Fonte: Redação do Momento Espírita.

Imagem tirada daqui.

Mãe

Ele ainda não fala assim, mas imagine quando começar...

Mãe não entende se você não come tudo que está no prato.
Mãe não aceita desculpas do tipo ‘Se os outros podem, por que eu não posso?’.

Mãe responde: ‘Os outros não são meus filhos’.

*****
Mãe adora ouvir o barulho da fechadura quando o filho chega.
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, tem cheiro de casa limpa. Clique aqui e leia mais…

1 ano de um sentimento inexplicável

Filho, Pequeno Léo, meu querido e amado filho Leonardo, pensei esse texto ontem, no dia que você completou 1 ano. Não pude postá-lo aqui porque o monte de coisas para fazer e o cansaço após você dormir não deixaram. Mas hoje, um dia após, não falhei. Essas palavras ficaram dançando na minha cabeça ontem o dia inteiro. O dia em que completou um ano que você se fez matéria palpável em minha vida. Sim, porque você começou a fazer parte dela há um ano e nove meses, desde antes de eu saber que você estava lá. Mesmo antes de suspeitar, já até falei aqui sobre isso, perdi a vontade de beber, não podia nem sentir cheiro de cigarro, fiquei mais tranquila. Já era meu corpo sabendo que você estava aqui dentro antes mesmo da minha mente sequer imaginar. Antes desse um ano, durante os nove meses, você era idealização, uma sementinha crescendo aqui dentro e muitos sonhos de muita gente. Mas ainda não tinha uma carinha, embora já tivesse nome.

Minha criança, meu filho, meu amor. Agradeço porque Deus deu a mim e a seu pai, Papai Bê, a ventura de receber você em nossas vidas. Você, lá em cima, nos escolheu para sermos seus guardiões, seus mestres aqui na terra. Peço todos os dias, graça, sabedoria, paciência e muito, mas muito amor para saber conduzir seu aprendizado nesta vida. Vida em quem seremos amigos, mãe e filho, mestre e aprendiz. Leonardo, obrigada por nos ter dado esse voto, de confiança e de aprendizado, no momento em que nos escolheu, lá em cima, no lugar onde habitavas antes de descer à terra.

Minha primeira velinha

Esse um ano me transformou em uma pessoa melhor. Me fez mãe, no verdadeiro sentido da palavra. Me fez entender que esse amor que paira sobre nós, é inexplicável, imensurável. Esse amor que nos envolve nos torna maiores que tudo que há nesse mundo. Filho, só desejo o melhor para você. Que cresça em tamanho, em sonhos, em aprendizado. Que você possa querer ser alguém bom, que você possa realizar seus projetos, que um dia terá, eu sei. Que você seja maior do que eu fui, do que seu pai foi. Que você continue nossa linhagem, mas siga sua vida, que tenha seus próprios desejos e sentimentos.

Leonardo Tadeu Gomes Verano, o filho que eu gerei, alimentei e trouxe ao mundo. Amado, desejado. A espera por você foi linda. Eu me sentia linda carregando você no meu ventre. Seu pai sempre conversava com você, passava a mão na barriga e você retribuía dando seus chutes e dizendo que entendia o que a gente falava. Você foi meu mais belo sonho que se tornou realidade e agora é meu filho que eu pego no colo, mostro as coisas da vida e cheiro e beijo sem parar.

O que eu tenho a dizer a você é que seja tudo o que você quiser ser que eu e seu pai estaremos sempre aqui para te apoiar e te amar.

Parabéns e felicidades mil!

Da mamãe Flávia Gomes

 

Você não me ouve mamãe…

Assino um grupo muito bom no Facebook (Conexão: Dr. José Martins Filho) e um dia desses li um texto que me emocionou. Sentimentos maternos no último grau e achei que valia a pena compartilhar com vocês. Leiam e opinem, se quiserem…

Você não me ouve mamãe…

O universo infantil é muitas vezes desprezado, desconsiderado por nós adultos, que estamos completamente imersos em nosso  “mundo adulto”. Ouvimos tanto sobre o respeito pela infância, à luta militante pelos seus direitos, mas muitas vezes, somos nós, pais, os grandes ditadores da infância dos nossos filhos. Clique aqui e leia mais…

Ensaio fotográfico – Vivi e Luiz

Gente, eu preciso contar para vocês! Semana passada, depois de uma agenda lotada e mais de um mês de tentativas frustradas de encontrarmos horários, conseguimos agendar as fotos do Pequeno Léo, propostas pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti. Eles são casados, fotografam juntos e ainda têm 3 lindos filhos! Imaginem a ginástica que devem fazer!

Nosso encontro foi no Parque da Cidade, que não estava assim tão bonito, para não falar a verdade, porque está mesmo largado às traças (Senhor administrador, cadê o cuidado com o maior parque de nossa capital?). Da Praça das Fontes, que de fonte, água e vegetação só tem mato, até uma ilhazinha que eu achava linda, onde ia tantas vezes para fazer nada e pensar na vida, lugarzinho que eu amava, está um caco! Bom, de lá, depois de constatar que era impossível tirar boas fotos naquele lugar, fomos ao Parque Ana Lídia, que eu vou morrer chamando de Parque do Foguetinho. Não gosto dessa coisa de dar nome de gente que morreu aos lugares… Ainda mais mortes tão trágicas, e de crianças. Enfim.

Meninas, Pequeno Léo gostou do casal assim que olhou para eles. O menino era só sorrisos, tanto para Vivi, quanto para o Luiz. Empatia, sabe? As crianças, mais que os adultos, sentem. E foi uma farra! Levamos balões coloridos, bolinha de sabão, mas o maior acessório foi mesmo a felicidade do meu pequeno… Senti um orgulho danado! Orgulho do meu filho, de ter parido aquele menino, de estar ao lado do pai dele e poder colocar para o mundo todo o amor que sentimos, oferecemos e recebemos daquele pequeno ser que conquistou a todos  com seus olhares meigos e charmosos. Mãe coruja. Sou sim, você não é? Se não é, não sabe o que está perdendo. Clique aqui e leia mais…

11 Meses

Data importante! Pequeno Léo completou 11 meses essa semana, no dia 13. Um marco no fim da contagem de meses. Claro que não deixaremos de comemorar todos os meses, mas agora o ciclo fica diferente. Começam os anos que o acompanharão por toda a vida.

Data em que acontecem os primeiros passos, as tentativas de pronunciar palavras no meio da linguagem de bebê, expressões faciais mais complexas, entendimento do mundo que o cerca e das pessoas que o rodeiam. Vida em movimento, em aprendizado, em crescimento…

E você? Quer saber mais sobre o bebê de 11 meses? O Baby center tem dicas ótimas que eu reproduzo aqui para vocês.

Como seu bebê está crescendo

Peça um beijo — pode ser que você ganhe um. Nesta idade, os bebês já conseguem seguir algumas instruções, como entregar um brinquedo ou fazer “tchau”.

Talvez seu filho já esteja falando “mama” e “papa”, ou quem sabe fale um idioma que só ele conhece. Continue conversando com seu filho, contando a ele o nome dos objetos e das pessoas. Quanto mais fizer isso, mais rápido o vocabulário dele vai crescer. Experimente fazer perguntas: “Onde está a barriga do nenê?”. Ele pode responder com gestos. (quando a gente pergunta ao Pequeno Léo “Cadê o cabeção? Ele imediatamente coloca a mão na cabeça! É uma delícia de ver!)

Com 11 meses, há bebês que começam a dar seus primeiros passos. É uma sensação emocionante ver aquela criança tão pequena se equilibrando sozinha, com um ar todo confiante. Prepare-se para as fotos!

Outra boa oportunidade de tirar fotografias é durante as refeições. É capaz que seu filho já consiga levar a colher à boca, mas grande parte da comida vai parar mesmo é no chão.

Nesta fase, as crianças deixam de trabalhar tanto a coordenação motora fina e passam a exercitar grupos musculares maiores. Seu filho vai achar divertidíssimo empurrar coisas, atirar objetos, subir rampas e degraus…

Outro novo exercício que ele fará é entregar brinquedos a outras pessoas e pegá-los de volta (encoraje-o a dizer “dá” e “tó”, talvez ele repita).

Prefira brinquedos de empurrar aos andadores. O andador pode ser perigoso, porque pode virar e causar machucados feios no bebê. Muitos pediatras também consideram que ele é prejudicial ao desenvolvimento ortopédico da criança.

Pesquisas mostram que quanto maior a exposição da criança a um grande vocabulário, melhor se desenvolvem as habilidades linguísticas dela, e até a inteligência. Se você ou seu parceiro ainda não leem para o bebê, é uma boa hora de começar.  Clique aqui e leia mais…

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